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Editorial

Muçulmanos querem calar nossos sinos

Julho 25, 2016 escrito por site_permanencia

O Reino Unido assiste ao desenvolvimento de uma nova forma de anticristianismo por radicais islâmicos. Em várias cidades, famílias muçulmanas têm feito denúncias contra igrejas próximas de suas residências, com o intuito de impedi-las de tocar os sinos. Os muçulmanos chegam a afirmar que o tocar dos sinos é um desrespeito com outras religiões.

Grupos de muçulmanos, vizinhos de diversas igrejas britânicas, exigem que durante as missas nenhum barulho seja ouvido fora das igrejas.  Leia mais

Sou católico, eis a minha glória

Cravos utilizados na crucificaçãoExiste uma atitude freqüente entre nós e, no entanto, profundamente absurda: o sentirmos vergonha de sermos católicos. A isso se chama respeito humano.

Ora, quem tem vergonha de estar com boa saúde? Quem tem vergonha de possuir um emprego interessante e bem remunerado? Ou uma família amorosa? Ninguém, evidentemente. Ao contrário, sentimos orgulho de nossas riquezas naturais (a saúde, a vida profissional, a família), e temos mesmo a tendência de ostentá-las.

Por que bizarrice do espírito humano, então, acontece de sentirmos vergonha das riquezas sobrenaturais que são nossas, da nossa fé católica, da graça divina? Podemos nos acanhar delas? É incompreensível, e contudo é um mal demasiadamente difundido entre os católicos. 

A falta, o vício que deveria nos ameaçar, em boa lógica, não deveria ser a vergonha, mas antes a jactância, o orgulho. Se sou amigo de um rei, de um homem político, de uma estrela do cinema ou da música, de uma atleta famoso, quero proclamá-lo por cima dos telhados. Por que, então, se sou amigo de Jesus Cristo, Filho de Deus, Rei dos reis e Senhor dos senhores, tenho antes a tendência de escondê-lo? O respeito humano é, em si mesmo, a coisa mais imbecil e inconveniente: e contudo, ele nos paralisa a cada dia.  Leia mais

Comunicado do Superior Geral da Fraternidade São Pio X

Um dia depois de termos postado o artigo de apresentação da Revista Permanência (ver abaixo), Dom Bernard Fellay lançou o comunicado que segue, deixando clara e definida a posição de combate da Fraternidade São Pio X diante dos erros e escândalos causados pelas autoridades do Vaticano e em particular pelo Papa Francisco. Dom Lourenço Fleichman OSB    Leia mais

REVISTA PERMANÊNCIA 282

 

VOCÊ JÁ FEZ A ASSINATURA DA REVISTA PERMANÊNCIA?

APROVEITE O LANÇAMENTO DO Nº 282 - PENTECOSTES 2016

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Sobre o Editorial - A Permanência e a Fraternidade Sacerdotal São Pio X

Dom Lourenço Fleichman OSB

No mês em que Dom Alfonso de Galarreta pronunciou o sermão das ordenações sacerdotais em Winonna, EUA, explicando que o Papa Francisco e o Cardeal Muller desautorizaram as declarações de Mgr. Pozzo, de que o Vaticano não iria mais cobrar da Fraternidade São Pio X uma adesão ao Concílio Vaticano II, chega ao público a Revista Permanência, Tempo de Pentecostes, com o Editorial narrando o longo relacionamento do movimento Permanência com a Fraternidade.

Revista Permanência 281

EDIÇÃO ESPECIAL COM 190 PÁGINAS:

*EDITORIAL 

* NOTAS SOBRE A REVOLUÇÃO DE 1974 EM PORTUGAL

* QUEM INSPIROU RENÉ GUÉNON? (leia as primeiras páginas)

* TRATADO PARA CONVERTER OS JUDEUS (PARTE IV)

* VIDA DE SANTO TOMÁS DE AQUINO (leia as primeiras páginas)

* OS MÁRTIRES IRLANDESES NO SÉCULO XVII (leia as primeiras páginas)

* ASSASSINATO NA CATEDRAL (TRADUÇÃO DA PEÇA DE T. S. ELIOT)

 

 

 

A Semana Santa

JÁ ESTÁ À VENDA!

MISSAL DA SEMANA SANTA

 

Texto Latim-português - Canto Gregoriano
do Domingo de Ramos ao Domingo de Páscoa

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A SEMANA SANTA

Dom Lourenço Fleichman OSB

Enquanto a vida segue seu rumo, e uma aparência de normalidade retoma seu lugar no dia a dia dos homens, os bastidores da Igreja se agitam, paira no ar um perfume de mistério e de sublimidade.

Objetos são consertados, outros pintados, lustrados, verificados. Rapazes cuidam da liturgia, o coro ensaia com insistência e perseverança. Tudo deve estar pronto em poucas semanas, porque o Esposo há de chegar no meio da noite, ouviremos o grito: "saiam com vossas lâmpadas acesas para receber o Senhor para as bodas". 

Não queremos ser contados no número daquelas virgens loucas, negligentes a ponto de não levarem o azeite juntamente com as lamparinas. Ao contrário, queremos o cortejo, almejamos nosso lugar na fila, a honra de acompanhar Nosso Senhor nos passos de sua Paixão. Em pouco tempo estaremos às portas da Semana Santa, no centro da vida litúrgica da Igreja. Após as rudes semanas de jejum e penitência que formam a Quaresma, é justo que Nosso Senhor se incline sobre as almas com suas mãos carregadas de graças e presentes espirituais.     Leia mais

Novo livro de GUSTAVO CORÇÃO

UMA TEOLOGIA DA HISTÓRIA

Trata-se de um livro composto de artigos políticos escritos pelo autor nos jornais onde era colaborador, para denunciar a decadência da ordem política católica, a partir da quebra da Idade Média.

Acrescentamos aqui e ali outros dos seus artigos que reputamos importantes para completar seu pensamento sobre os temas tratados.

35 artigos em 160 páginas 14x21.

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Deixamos o próprio Corção descrever o seu livro:

"Não me julgo capaz de escrever uma filosofia da história, nem mesmo de colocar um modesto ensaio nesta pauta; mas, com o risco de parecer insensato e incoerente, ouso dizer que vou co­locar na perspectiva formal da teologia da história alguns estudos que, com a ajuda de Deus, talvez possam desanuviar alguns espí­ritos. Psicologicamente não escondo a atitude fundamental de mi­nha vida: nasci animal-professor, e a vida confirmou-me neste fei­tio do corpo e da alma. (...)

Começo por de­clarar minha convicção fundamental no que concerne o estudo do transcurso de fatos e feitos, que através dos séculos se acotovelam, se esbarram, se cruzam, se chocam, se embaraçam e se ajudam: este estudo é impossível fora da pauta teológica, sem a viva consciência das implicações da relação Homem-Deus. Em outras palavras, a his­tória é uma coisa inteiramente incompreensível; ou estupidamente compreensível fora daquelas implicações essenciais. (...)

Começo meu approach teológico com a idéia de que, neste com­plexo transcurso de fatos e feitos, existem duas correntes extremas, opostas, e bem definidas, e um largo e confuso caudal de valores medianos. Pensemos neste envoltório, nessa atmosfera de critérios e valores que os feitos e fatos exalam, e meditemos nos efeitos que tal atmosfera produz nos pulmões da alma. E aqui cabe melhor a explicação do forte confronto entre as correntes que dão à história algum sentido.

Gustavo Corção

 

Descanse em paz, Coronel Ustra

Dom Lourenço Fleichman OSB

O anúncio de seu falecimento, meu Coronel, juntamente com a tristeza pela perda do homem exemplar, do herói nacional, trouxe-me um sentimento de alívio quando pensei que o senhor está, neste momento, isento das maldades dos homens, das vinganças sórdidas dos nossos inimigos.
Hoje o senhor se apresentou no santo Tribunal da Justiça divina. A fé católica nos dá a certeza de que a Justiça divina é isenta de erros, e não conhece a maldade e a mentira. Nas portas do Paraíso não há mídia, nem jornalistas a forjar processos de exceção nas próprias páginas dos jornais, onde covardemente o julgaram tantas vezes, passando sentenças iníquas e mentirosas.
Tenho certeza que o senhor se apresentou hoje, diante do Chefe supremo e infinito, diante do Deus dos Exércitos, diante de Nosso Senhor Jesus Cristo, que tudo criou e que sentado em seu trono de glória, julgará esse mundo pelo fogo, com o mesmo brio e honra que marcaram sua carreira militar, laureada pelos mais altos serviços prestados à nossa Pátria brasileira.
Bem sei, Coronel, na minha qualidade de sacerdote e de pastor de almas, que todos nós devemos temer o juízo divino por causa dos nossos inumeráveis pecados, cometidos ao longo de nossa vida. Bem sei o quanto a bondade divina nos agraciou ao instituir por Nosso Senhor Jesus Cristo, o sacramento da Penitência que reconcilia com Deus o pecador arrependido, e nos permite receber em paz o Pão dos Anjos, descido do Céu, e presente na Sagrada Eucaristia.
Mas não entram na lista do exame de consciência os atos de bravura, de obediência, de oferecimento de sua vida por amor à Pátria, na terrível guerra que nosso Exército empreendeu contra o terrorismo comunista que nos ameaçava arrogante e cruel. Ah! Não! Esses atos foram da mais pura virtude, e serviram à Deus, à família e à Pátria. Tanto é assim que eu tenho certeza de que, se lhe fosse pedido pela obediência a seus superiores e à Lei divina, que o senhor continuasse por mais tempo combatendo o bom combate pelo Bem Comum, para salvar o Brasil do hediondo mal do comunismo, o senhor o faria sem tremer, com a mesma galhardia que manifestou em seus tempos de juventude e fortaleza. 
Todos sabem o quanto o senhor foi escolhido pela mídia tendenciosa e pelas organizações do mal que pululam em nossa Pátria, para servir como “bode expiatório” contra a sede de vingança dos derrotados dessa guerra. De nada adiantou o senhor escrever dois livros provando que eles mentiam, que a senhora Bete Mendes mentiu, que os jovens e crianças que o senhor ajudou e que depois o atacaram em traição e ingratidão mentiram ao abrirem processos contra o senhor. De nada adiantou o senhor mostrar as fotos da mãe com seu filhinho recém-nascido, os dois em plena saúde, saudáveis e pacíficos. Hoje essa gente volta à mídia para repetir o perjúrio e a calúnia. Falam do livro A Verdade Sufocada como sendo “a visão do Cel Ustra sobre os acontecimentos”, escondendo dos leitores que se trata de uma coleção de provas documentais sobre a maldade dessa gente que assassinavam inocentes, e queriam estabelecer no Brasil, eles sim, a horrenda ditatura do proletariado, comunista, cubana e soviética. 
Hoje choram os estúpidos porque perderam o saco de pancadas que elegeram para seu desvario. E nós sorrimos, Coronel Ustra, por mais esta vitória contra aqueles que o perseguiram e perseguiram o Brasil. 
Não perderei o seu tempo nesse início de eternidade, narrando outros absurdos que estão saindo na maldita imprensa desse país. É dela que o senhor ficou livre para sempre, visto que suas mentiras já não o atingem, e não convém mancharmos estas páginas com tal mesquinharia. Mas gostaria de lhe dizer o quanto os brasileiros de boa índole, o bom brasileiro que em 1964 marchou aos milhões para agradecer a Deus pela vitória das nossas Forças Armadas, despreza essas notícias tendenciosas e se despede do senhor como eu o faço aqui.
Gostaria de acrescentar uma pequena explicação sobre o artigo que escrevi há alguns anos atrás. Seu título era: Carta Aberta ao meu General. Ele fora inspirado na Carta ao General X, escrita pelo grande Antoine de Saint Exupery. Naquela ocasião eu usei a patente errada para preservar o meu Coronel. Hoje, estando o senhor longe das garras dessa gente má, posso dizer que foi para o senhor que escrevi aquela Carta e que vem reproduzida aqui.
De resto, aos que partem dessa vida na paz de Deus, resta-nos ainda a oração, o rito, a santa liturgia católica, que de modo solene e profundo canta nesse dia: Requiem aeternam dona ei Domine, et Lux perpetua luceat ei – Dai-lhe, Senhor, o descanso eterno; e a luz perpétua o ilumine.
Requiescat in Pace! Descanse em paz, Coronel Ustra!

(Leia também Carta Aberta ao meu General)

Carta Aberta aos Católicos perplexos e a nova Revista Permanência

Dom Lourenço Fleichman OSB

Houve épocas em que as pessoas escreviam cartas umas às outras. A carta fazia parte das relações humanas, e cumpria funções variadas na vida dos homens. Havia cartas oficiais, secas e sem vida; havia cartas agressivas, cheias de brigas e desprezos. Havia cartas de amor, de saudades, de despedida. Cartas circulavam por toda parte quando nascia o bebê, outras eram guardadas no sigilo, quando deixada pelo desesperado. Muitas vezes elas preenchiam o vazio da ausência sentida de um filho, de uma pessoa amada. 

E assim corria o mundo, numa lentidão cheia de sabedoria e recuo, onde a letra caligrafiada era reconhecida, tornava mais calorosa a escrita e a leitura, e onde a espectativa da chegada do correio enchia os dias de um colorido impossível de se reproduzir nos dias atuais.

Quem poderá medir com precisão o imenso prejuízo social, psicológico e espiritual causado pelo desaparecimento das cartas trocadas entre os homens. O mundo do e-mail, pior, o mundo do imediato, do superficial, do banal, dessas mensagens instantâneas e invasivas nunca mais poderá saborear as delícias de uma bela e amorosa carta.

Pois bem, estas considerações me vieram à mente no momento de apresentar aos nossos leitores esta bela carta escrita por Dom Marcel Lefebvre para você, caro leitor, para todos os católicos que ainda guardarm um mínimo de apego e amor à santa doutrina católica. Não é uma carta qualquer, mas uma carta pública, uma Carta Aberta aos Católicos Perplexos. Uma carta de consolação espiritual no meio da guerra sem tréguas. 

Um livro escrito para você, para todos nós. Um livro escrito por um pai, a todos os seus filhos, um livro essencial para quem descobre o combate pela fé, pela Igreja, pela Tradição.

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REVISTA PERMANÊNCIA DO TEMPO DEPOIS DE PENTECOSTES - Nº 279

Recomendamos igualmente aos nossos leitores o novo número da nossa Revista Permanência. Vários artigos sobre os Cristeros mexicanos, verdadeiros soldados de Cristo-Rei, que deram suas vidas lutando pela restauração da Religião católica num México maçônico e dominado por anti-clericais.

Uma grande epopéia, cheia de personagens impressionantes, cheia de mártires admiráveis.

No momento em que o Brasil mostra a que nível de decomposição moral e política nós chegamos, o exemplo da reação mexicana de 1925 a 1929 deve animar a todos os católicos para que resistam, para que acordem do sono, para que se dediquem, na oração e no trabalho, à restauração das famílias católicas.

Além desses artigos, o leitore encontrará ainda outros com temas variados e de grande proveito para a formação católica.

160 páginas - R$ 30,00

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