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Category: Dom Lourenço Fleichman, OSBConteúdo sindicalizado

LANÇAMENTO DO BOLETIM PERMANÊNCIA

O dia 6 de janeiro, festa da Epifania de Nosso Senhor, seria também aniversário de Julio Fleichman, meu pai, que participou junto a Gustavo Corção e outros alunos e amigos, da fundação da Permanência, em 1968. 
Dr. Júlio, como era conhecido, presidiu o movimento e dirigiu a Revista Permanência entre 1969 e 2003. Dois anos depois de ceder o cargo, veio a falecer, vítima de um câncer no cérebro.
Levados pelo alto nível intelectual e religioso de Gustavo Corção, os amigos da Permanência sempre pautaram o trabalho na formação profunda e séria da doutrina católica, em seus diversos pontos. (Continue a ler)

O Presente Natal da Virgem Maria

Dom Lourenço Fleichman OSB

 

Desde o início do Advento temos meditado nos mistérios da Virgem Maria. Escolhi Nossa Senhora como objeto de nossa preparação ao Natal e tenho procurado acompanhá-la em todos os cuidados e prerrogativas com que foi agraciada por Deus. 

A vida extraordinária da Mãe de Deus começa com o mistério da sua concepção imaculada, preservada que foi do Pecado Original. Consideramos este primeiro pecado transmitido a todos os filhos de Adão e Eva como um óbice, um obstáculo à graça divina introduzido na alma de todos os filhos de Adão e Eva, por modo de geração. Todas as almas criadas por Deus para animar um corpo concebido neste mundo trazem essa tara, esse defeito inicial, pelo fato mesmo de terem sido gerados. Como a natureza humana em Adão e Eva deixou o Jardim do Éden ferida e decaída, tendo perdido a graça e também os dons preternaturais, era natural que todos nascessem sem o domínio da razão sobre as concupiscências. A natureza humana, depois do pecado, perdeu seu estado de integridade, tornando-se decaída. Além desse estado de miséria que nos arrasta tantas vezes ao pecado, Deus quis que nascêssemos todos com a mancha daquele pecado que nossos primeiros pais cometeram desgraçadamente. (Continue a ler)

Confraria dos Homens para a Castidade

Dom Lourenço Fleichman OSB
Capelão responsável

 

A Confraria dos Homens para a Castidade é uma iniciativa da Capela Nossa Senhora da Conceição, de propor a todos os homens católicos, jovens e adultos, solteiros, casados ou viúvos, um combate mais eficaz e duradouro contra a pornografia e os pecados de impureza que assolam a sociedade moderna de modo assustador. S. Excelência, Dom Alfonso de Galarreta aprovou oficialmente a criação da Confraria.

Oferecemos esta Confraria, este combate singular, aos homens e não às mulheres, por acreditarmos que os homens devem recuperar seu papel na sociedade familiar e na sociedade civil. Papel este deixado de lado por 200 anos de Liberalismo, de hedonismo e de decadência moral da humanidade. Se um homem recupera sua saúde espiritual e a fortaleza própria do seu estado, as mulheres de sua casa, sejam elas mãe, irmãs, esposa ou filhas, seguirão o exemplo dos homens fortes e castos. O resultado esperado é o restabelecimento da ordem da natureza na sociedade, com os homens sendo valorosos, fortes, virtuosos, e as mulheres se espelhando no belo exemplo dos soldados de Cristo para serem elas também santas e virtuosas.

Mas, por favor, não vejam nessa distinção nenhuma sombra de desprezo ou diminuição do papel das mulheres. Não se trata de nada disso, pois é uma questão de vida espiritual, e não de vida social. A espiritualidade masculina é diferente da espiritualidade feminina. A Confraria trabalha nos homens, para favorecer toda a sociedade. Os homens castos elevarão a casa e a cidade a uma vida sob o domínio da graça. Isso é o que importa. (Continue a ler)

ELEIÇÕES 2018

Orientações para as eleições presidenciais de 2018

Dom Lourenço Fleichman OSB

Sendo uma instituição de formação doutrinária, espiritual e cultural católica, cabe à Permanência uma orientação política segundo os critérios e princípios do Evangelho, das leis da Igreja e das virtudes, sobretudo da prudência, da justiça e dos dons de conselho e de ciência.

Com a proximidade das eleições no nosso Brasil, tomamos as medidas espirituais necessárias, promovendo nas Capelas ligadas à Permanência, um Rosário no dia 6 de outubro, primeiro sábado do mês. No dia do 1º turno, dia 7, a festa de N. Sra do Rosário será celebrada com toda a pompa, lembrando do papa São Pio V que instituiu esta grande festa de Nossa Senhora após a espetacular vitória da armada católica no golfo de Lepanto contra a poderosa esquadra turca muçulmana. Que a Virgem Maria venha em nosso socorro, impedindo que subam ao poder as forças comunistas e desagregadoras; criminosas e pérfidas que nos precipitaram na grave crise que sofremos há várias décadas. (Continue a ler)

Novos Tempos

Em comemoração dos 50 anos de Permanência,

 propomos a leitura do editorial de relançamento da nossa revista.

 

Dom Lourenço Fleichman OSB

Em 1991 propus ao meu pai, Julio Fleichman, o relançamento da Revista Permanência, cuja publicação fora interrompida em 1990, poucos meses antes, por falta de interesse dos assinantes. De fato, ao longo dos anos, faleceram os antigos alunos e leitores de Gustavo Corção, que sempre manifestaram seu apoio e mesmo seu entusiasmo com o trabalho de defesa da fé católica empreendido em 1968 e sustentado, desde então, de modo heróico.

Meu pai recusou minha proposta, alegando estar cansado de tanto insistir, sem sucesso, para que os leitores pagassem suas assinaturas. Ao mesmo tempo, o Sr. Otero, de Santa Maria, começara seu apostolado pela missa tridentina naquela cidade, construindo a Igreja do Imaculado Coração de Maria, que viria a ser o atual Priorado da Fraternidade São Pio X. Com isso ficava mais difícil para esse grande benfeitor continuar assegurando o custo de impressão dos mil exemplares da Revista. (Clique para continuar a ler)

Prefácio ao livro A Descoberta do Outro

Como já é do conhecimento de muitos acaba de ser reeditado o primeiro livro de Gustavo Corção - A Descoberta do Outro. Durante muitos anos várias editoras procuraram em vão os herdeiros de Corção para pedir autorização de publicar esta obra-prima do nosso fundador e mestre. Agora foi acordado à Vide Editorial. Mérito deles.

Não posso deixar de recomendar vivamente a leitura deste livro e a Editora Permanência não deixará de promover sua venda. Por outro lado, resta-nos uma ponta de tristeza pois, sendo os herdeiros espirituais do pensamento e do combate de Gustavo Corção, seria muito mais coerente e natural que nós pudéssemos difundir a obra de Gustavo Corção. Mas não nos foi acordada essa possibilidade. 

No intuito de aconselhar a leitura e de assinalar os aspectos mais importantes desse livro único no seu gênero, e para ajudar o leitor menos acostumado com as belas letras, escrevi o Prefácio que segue. 

Foi aos dezesseis anos que eu li pela primeira vez A Descoberta do Outro. Abri-o como quem abre um testamento, tão grande era a presença do autor em minha vida. Em casa o chamávamos Vovô Corção, pois de fato ele fora um pai para o meu próprio pai. O pensamento e a obra de Gustavo Corção tornaram-se como uma herança espiritual que recebi enquanto crescia, e que assumi na Permanência.

Ao longo desses 40 anos reli este livrinho dezenas de vezes, ora por gosto, ora por estudo. Em 1980, por exemplo, foi para ajudar na revisão da edição francesa, publicada em 1987. Mais recentemente, colaborei na preparação de uma matéria sobre Gustavo Corção, na Revista Conhecimento Prático de Literatura[1], e mais uma vez fui buscar o primeiro livro do grande escritor para ilustrar o artigo que escrevi para a ocasião.

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50 anos da Permanência

50 Anos da Permanência

​Dom Lourenço Fleichman OSB

No dia 29 de setembro de 2017 a Permanência completou 49 anos. Isso significa que já entramos no quinqüagésimo ano de existência, que se completará em 29 de setembro de 2018.

A inauguração da Permanência se realizou por uma missa celebrada pela então Arcebispo do Rio de Janeiro, o Cardeal Dom Jaime Câmara. Essa missa foi celebrada no auditório da primeira sede do nosso movimento, na rua das Laranjeiras.

Igualmente fora realizada uma cerimônia no auditório do Ministério da Educação e Cultura, na presença de muitas autoridades civis e religiosas, onde Gustavo Corção lançara o movimento católico, anunciando para setembro o primeiro número da Revista Permanência.

Eram outros tempos! Os jornais da época anunciaram o lançamento do movimento Permanência e de sua Revista com chamadas nas primeiras páginas. O catolicismo ainda fazia parte da civilização, mesmo sendo um aspecto apenas cultural da nossa Religião.

Seriam outros tempos? Nem tanto. O Concílio Vaticano II já tinha aberto as portas da Igreja ao mundo, abraçara-o e já se tornara cúmplice das suas liberdades, dos seus valores igualitários, da sua marcha para a socialização. O ciclope do fim do mundo já nascera e cuspia seu fogo que tudo destruiu.

ENFIM, O CISMA

Dom Lourenço Fleichman OSB

Em 1976, amigos franceses enviaram a Gustavo Corção notícias de um bispo italiano que escrevera para seus padres e fiéis denunciando o comunismo. Os amigos que enviaram a auspiciosa notícia ao jornalista e escritor católico estavam entusiasmados com a novidade, achando que aquela reação podia significar uma mudança de ares na Igreja.

Gustavo Corção escreveu sobre o fato um artigo em que mostrava aos seus amigos e leitores que o entusiasmo não era cabível. Antes de mostrar quão superficial era a crítica do bispo ao comunismo, Corção explicou:

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Pode a Igreja morrer?

Dom Lourenço Fleichman OSB

Muitas pessoas me pedem que atualize com mais freqüência o site. Confesso que não tenho conseguido me dedicar mais a este apostolado, levado pelo excesso de trabalho nas quatro capelas sob minha responsabilidade, nas revisões doutrinárias dos livros que editamos e na cura das almas. Estamos iniciando agora o projeto do Colégio São Bernardo, a primeira escola da Tradição no Brasil, sobre a qual falaremos a seu tempo.

Felizmente tenho a ajuda de uma equipe atuante no que toca a produção da Revista Permanência, de outra forma não conseguiria manter o ritmo dos lançamentos trimensais. Confesso que é um trabalho que nos traz muita satisfação.

Agora mesmo assistimos a mais um grave escândalo do ecumenismo desenfreado. A reunião promovida pelo papa Francisco I dentro do Vaticano, no domingo de Pentecostes é apenas um gemido naturalista, um grunhido da História, dentro da obra destruidora do Vaticano II.

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Anexo 4: Peregrinação Internacional a Roma da Fraternidade Sacerdotal São Pio X

JUBILEU  2000

Peregrinação Internacional a Roma da Fraternidade Sacerdotal São Pio X 

Nos dias  8, 9 e 10 de agosto aconteceu em Roma a peregrinação internacional do Ano Santo, organizada pela Fraternidade São Pio X. 

No dia 8, às 9:30, os Bispos, sacerdotes, religiosos, religiosas e os fiéis se reuniram na praça vizinha à Basílica de São Paulo fuori le mura; dali, depois de terem cantado o Veni Creator Spiritus, se dirigiram em procissão entoando os cânticos Benedictus qui venit e  Laetatus sum. No interior da Basílica, rezaram diante da Porta Santa e aos pés do Altar da Confissão. Depois de terem cantado o Credo e recitado e cantado o Pater, Ave e o Gloria, prestaram homenagem à Santíssima Virgem e a São Paulo com os cânticos Tota pulchra e Egregie doctor Paule. Sempre em procissão, acompanhados do canto Lauda Sion Salvatorem, retornaram à praça, marcando novo encontro às 15:00 na via della Conciliazione. 

Às 15:00 desenvolveu-se a procissão ao longo da via della Conciliazione, até a Basílica de São Pedro, ao som do canto da Litaniae Sanctorum. Também ali os peregrinos rezaram na Porta Santa e aos pés do Altar da Confissão. Depois de terem cantado o Credo e o S. Rosário, prestaram homenagem à Santíssima Virgem com o canto Salve Regina, rezaram pelo Sumo Pontífice com o canto Tu es Petrus, e prestaram homenagem a São Pedro com o canto  Decora lux aeternitatis. Enquanto os fiéis, religiosos e religiosas permaneciam no interior da Basílica em atitude de oração e de respeito, os Bispos e sacerdotes rezavam diante do túmulo de São Pio X, cantando, acompanhados de todos os demais peregrinos, o hino  Sancte Pie Decime. Tendo a cruz como estandarte, o clero saiu da Basílica ao som dos cânticos  Christus vincit e  Lauda Ierusalem.

No dia 9, às 9:30, os peregrinos reuniram-se na praça diante da  Basílica del SS. Salvatore (São João de Latrão) e com o canto Veni Creator Spiritus prepararam-se para o ingresso na Basílica onde entraram em procissão, rezando em seguida na Porta Santa e aos pés do Altar da Confissão . Também ali cantaram e recitaram o Credo,  Pater, Ave e o Gloria e prestaram homenagem a São João Batista com o canto Ut queant laxis e a São João Evangelista com o canto Hic est discipulus ille. Logo em seguida todos saíram em procissão ao som do canto Christus vincit, Exaudi Christe. 

Mantendo-se ordenadamente em procissão, com a cruz como estandarte, seguida pelos Bispos, pelo clero, religiosos e religiosas, os peregrinos percorreram a via Merulana até a Basílica de Santa Maria della Neve (S. Maria Maior), entoando o Christus Vincit, o Lauda Sion e outros hinos sacros.  

Depois de terem entrado em procissão na Basílica, rezaram na Porta Santa e aos pés do Altar da Confissão. Cantaram o Credo e o SS. Rosário com a Ladainha de Nossa Senhora e prestaram homenagem a São Pio V com o canto Dum esset summus Pontifex.

A saída da Basílica teve que ser organizada de modo menos ordenado já que os peregrinos que haviam se espremido dentro da Basílica tinham que dar lugar aos outros que haviam ficado de fora por falta de espaço. Apenas os Bispos, o clero e os religiosos permaneceram no altar, os quais, juntamente com o outro grupo de peregrinos, repetiram as orações e os cânticos.  

Todos os peregrinos dirigiram-se depois ao vizinho parque da Colle Oppio, onde um altar havia sido preparado para a celebração da S. Missa Pontifical em honra de Cristo Rei, a qual ocorreu às 16 horas depois de dezenas de sacerdotes terem administrado aos fiéis o Sacramento da Confissão.  
A Santa Missa foi oficializada por Mgr. Bernard Fellay, Superior Geral da Fraternidade São Pio X, assistido por sacerdotes e seminaristas, enquanto milhares de fiéis de joelhos, assistiam à Santa Missa com uma participação e decoro que a  Roma nobilis orbis et Domina já não via há um bom tempo. Depois do Ite missa est, in gratiarum actione, foi cantado o  Te Deum.

Calcula-se que o número de peregrinos estava entre 6000 a 7000, provenientes de todas as partes do mundo: Europa, América, África, Ásia e Austrália. Milhares de jovens, casais com filhos de todas as idades. Acompanhando os quatro Bispos da Fraternidade, estavam cerca de 300 sacerdotes e seminaristas, além de um grande grupo de religiosos e centenas de religiosas: todos em sua maioria bem moços.  
Sem falar no hábito talar para os sacerdotes e seminaristas, o hábito tradicional das respectivas ordens para os religiosos e religiosas, o que realmente surpreendeu muitas das pessoas que se encontravam em Roma naqueles dias foi sobretudo o vestuário decoroso dos leigos e o uso do véu sobre a cabeça da maioria das mulheres, até mesmo das mais jovens. A ordem espontânea, a compostura, a uniformidade nos cânticos, deixaram perplexos muitos dos peregrinos que se encontravam em Roma sem nem sequer imaginarem o que estava acontecendo. 
A surpresa e o espanto maior veio da parte dos homens da Igreja que não esperavam jamais verem os prelados, sacerdotes, religiosos e fiéis tradicionalistas cruzarem os portais das Basílicas jubilares: tão numerosos, tão jovens, tão organizados, tão participativos, tão familiarizados com o latim da Igreja desde a mais tenra idade. 
Depois das orações e cânticos, antes de saírem em procissão de cada Basílica, todos permaneciam atentos às palavras dos Bispos: nem um grito, nenhum aplauso, nenhum vozerio inoportuno. 
As naves das basílicas estavam lotadas: para os mais idosos eram usadas as cadeiras recostadas às pilastras das naves, mas ao saírem da Basílica todas as cadeiras voltavam à mesma posição em que se encontravam anteriormente.  

10 agosto, dia destinado à peregrinação pelas sete basílicas, foi recomendado aos peregrinos que se evitasse a participação dos mais velhos e das crianças devido ao forte calor que certamente lhes dificultaria fazer um percurso de 23 km à pé.  
Os participantes dividiram-se em grupos e assistidos pelos sacerdotes fizeram o percurso pelas sete basílicas, invadindo de fato a cidade para o espanto de muitos romanos e a emoção de muitos outros que assim se manifestaram abertamente.  
  
Algumas curiosidades. 

As Basílicas de Roma, longe de desprezarem os tradicionalistas, os acolheram com todas as luzes acesas, as velas também acesas sobre os altares, os sistemas de alto-falantes e microfones prontos para o uso e em perfeito funcionamento. Nenhum distúrbio.
Na Basílica de São Pedro, até a Guarda Suíça ajoelhou-se para rezar junto aos peregrinos da Tradição Católica.
Alguns dizem, não sabemos se é verdade, que todos os sacerdotes da Fraternidade celebraram a Missa Tradicional nos lugares de culto em que se encontravam, inclusive nas igrejas e Basílicas visitadas. 
Um Diário local (Il Messaggero), notoriamente favorável ao clero progressista, publicou no dia 9 de agosto um relato impreciso que misturava surpresa e indignação. No dia seguinte, 10 de agosto, tentou corrigir-se, diante da inegável manifestação de compostura e devoção oferecida pelos peregrinos tradicionalistas.
Um seminarista italiano que antes havia estado num seminário diocesano do sul, nos relatava porque havia decidido entrar para um seminário da Fraternidade São Pio X: pelo espanto que  havia experimentado diante da total falta de senso religioso até mesmo da parte do Bispo, quando ele viu com os próprios olhos que se chegava ao ponto de jogar no pátio a água benta para a aspersão, decidiu voltar-se para aqueles que permaneceram fiéis à milenar tradição da Santa Igreja. 

(9/2000)

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