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Editorial

Oráculo dos deuses

O ORÁCULO DOS DEUSES

Os estudiosos dos mitos explicam que uma das características dessas criações é a crença na realidade do mito, por mais bizarro e absurdo que seja. Todos os mitos têm um fundamento religioso, e realizam-se como uma ação sagrada, o que explica a adesão intensa dos espíritos às coisas assim produzidas.

O que pensar, por exemplo, da origem das castas tibetanas? O que pensar do ovo nascido dos cinco elementos e que dará origem a 18 ovos, um dos quais desenvolve membros, depois os cinco sentidos, e transforma-se, enfim, num jovem de grande beleza? Há nessa estranha trama algo ainda mais radical: os homens vão dando crédito a essas bruxarias porque lhes foram transmitidas ao longo do tempo, por tradição oral. Não possuindo a verdadeira Revelação, apegam-se ao que lhes foi transmitido pelos ancestrais.

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A Igreja conciliar subsiste

Como tantas vezes já denunciamos, o Concílio Vaticano II fundou uma nova religião, tendo como base um credo ecumenista, que admite e exige dos seus membros o pluralismo religioso, em nome do Homem, que foi colocado como o deus de um novo mundo.

Gustavo Corção nos deu a chave do mistério que envolve essa nova Igreja humanista, quando propos que uma mesma hierarquia governa as duas Igrejas, a Católica e a Igreja ecumênica de Vaticano II.

Essa nova religião foi chamada, pelo Card. Benelli, de Igreja conciliar, oposta em tudo à Igreja Católica; tanto na sua doutrina que é modernista, como no novo Direito Canônico, na nova Biblia, nos seus ritos sacramentais, sobretudo na Missa Nova.

O artigo que leremos agora nos ajuda a não termos escrúpulos por causa da marginalidade que os chefes dessa nova Igreja nos impõe. Ele foi publicado na Revista Le Sel de la Terre, nº 85, 2013.  [Nota da Editora Permanência]

A IGREJA CONCILIAR SUBSISTE

Dom Bernard Tissier de Mallerais,  FSSPX

A Igreja conciliar, que está destinada a se auto demolir, faz um grande esforço para subsistir.  Em que consiste a sua tenacidade? Consiste em que a sua hierarquia usa de todo o poder da hierarquia católica que ocupa, detém e desvia.  Leia a continuação.

Declaração dos Bispos da Fraternidade S. Pio X

Junho 27, 2013 escrito por Dom Lourenço

A Fraternidade São Pio X publicou neste dia 27 de junho uma Declaração doutrinária de repúdio aos erros do Concílio Vaticano II. Esta declaração tem por motivo os 25 anos das Sagrações episcopais, realizadas em 30 de junho de 1988, em Ecône, Suiça. O texto, assinado pelos três bispos da Fraternidade, analisa um a um os principais erros, tais como o falso Magistério, a liberdade religiosa, o ecumenismo, a nova missa e a nova liturgia etc.

Damos aqui o link para o site da Fraternidade S. Pio X no Brasil, onde encontrarão a tradução brasileira da Declaração.

http://www.fsspx.com.br/exe2/declaracao-por-ocasiao-do-25o-aniversario-das-sagracoes-episcopais-30-de-junho-de-1988-27-de-junho-de-2013/

Quem dá as cartas

Dom Lourenço Fleichman OSB

Nos primeiros anos do governo militar o povo brasileiro viu-se ameaçado por um movimento estudantil que, seguindo ordens de Moscou, atraiu, cativou e manipulou grande número de estudantes. As intenções iniciais eram muito parecidas às atuais:

1965-66- contra o preço do "bandejão" do Calabouço, onde havia o restaurante dos estudantes.
2013 - contra o aumento das passagens de transporte público.

Seguindo uma técnica revolucionária, essas intenções tinham por finalidade atrair a massa, o que eles chamam de "povo", na verdade uma grande quantidade de manipulados, ingênuos, que acreditam na inocência e na espontaneidade desses ajuntamentos. Essa tática comunista recebe o nome de "agitação".   Leia mais

A nova Carta aos amigos e benfeitores de Dom Fellay

Há quase um ano, o Capítulo Geral da Fraternidade São Pio X reunificou em um mesmo espírito algumas diferenças que haviam surgido ao longo do ano de 2011 e início de 2012, diante da possibilidade de haver um acordo prático com as autoridades do Vaticano. Infelizmente, nessa ocasião, alguns padres da Fraternidade e outros de comunidades religiosas amigas da Fraternidade, resolveram precipitadamente romper com a Fraternidade, alegando que esta já havia traído a orientação de Dom Marcel Lefebvre. Não havia atos ou documentos que pudessem servir de base segura para tal atitude, e esses padres, insistindo em analisar argumentos anteriores ao Capítulo de julho de 2012, cometeram um grave equívoco que só serviu para dividir a Tradição. Da nossa parte, insistimos em que se devia desviar a atenção da internet e seus blogs e redes sociais, para nos dedicarmos à oração e ao silêncio, muito necessários nessas horas para guardarmos um mínimo de sabedoria. Após o Capítulo, o próprio Dom Fellay, assim como Dom Galarreta, fizeram sermões e conferências mostrando que o Capítulo tinha, de fato, sido um momento da graça, retomando critérios importantes para evitar quedas e divisões da Fraternidade. Mas os dissidentes insistiam em afirmar que um acordo já tinha sido feito e que Dom Fellay estava apenas enganando os resistentes. Uma calúnia, na verdade, sem fundamento. Hoje, queremos publicar a Carta aos amigos e benfeitores que Dom Fellay acaba de escrever, onde fica definitivamente marcada a defesa da fé, como sempre foi a pauta da Fraternidade São Pio X ao longo desses anos todos. Pedimos a São José que amanse os corações endurecidos trazendo-os à humildade, para que saibam retornar a essa unidade que, só ela, pode nos manter fortes no combate. 
 
Dom Lourenço Fleichman OSB
Leia a continuação
 

Conferência de Dom Galarreta - 13 de outubro de 2012

 

Diante das interpretações absurdas publicadas na internet, em sites e blogs do Brasil, pareceu-me necessário trazer para os nossos leitores o texto traduzido dessa importante conferência. Uma das causas dessas equivocadas interpretações é o fato de se ter apenas lido a transcrição em espanhol, sem terem escutado o áudio em francês. Cheguei a pensar em produzir legendas para acompanhar o áudio, mas não nos foi possível. Assim, apresento aqui o texto em português, traduzido diretamente do áudio em francês, acrescido dos meus comentários, entre colchetes e em itálico. Recomendamos ao leitor que mesmo não conhecendo o francês, que leia a conferência ouvindo o áudio: http://www.laportelatine.org/mediatheque/audiotheque/audiotheque2012.php, pois as pausas, entoações, insistências, mostram o valor de cada frase, de cada parágrafo, na tranquila e elevada exposição do autor. E que esse esforço da Permanência sirva para eliminar definitivamente a injuriosa acusação feita contra Dom Galarreta, de que teria traído, mudado de posição, e se inclinado a fazer um acordo prático com Roma.

Dom Lourenço Fleichman OSB

Leia a transcrição da conferência com comentários

A escandalosa vinda de Dom Williamson ao Brasil

 

 O Dia em que a Terra parou

Dom Lourenço Fleichman OSB

Nosso Brasil é um país curioso. Mistura certa ingenuidade com uma capacidade de estar sempre envolvido em discussões tolas. Somos, de um modo geral, superficiais, metidos sempre em curiosidades, em busca desenfreada de informações, constantemente deixadas para trás na medida em que novas notícias vão sendo publicadas em toda parte. Conta-se nos dedos os brasileiros que conseguem recuar diante de uma notícia, meditar, ponderar, e aguardar o melhor momento para falar, se for o caso.

Assis, uma esperança?

Padre Yves Le Roux, FSSPX
 
Caros amigos e benfeitores,
 
“Eu não conheço este Homem!” A sorte está lançada; a negação, consumada.
 
Com vigorosas imprecações e juramentos, repudiou São Pedro ao Mestre. A voz da criada e as observações sarcásticas dos que o cercavam foram suficientes para vencer o amor demasiado humano de Pedro por Jesus. Por três vezes renovou o repudio e, quando enfim seus olhos fitaram os de Cristo, congelou-lhe o sangue nas veias. Ao longe, cantava o galo. Então recordou-se Pedro das palavras do Mestre e fugiu, chorando amargamente, entre arrependido e convertido.
 
“Eu não conheço este Homem!” Vai a sorte de novo ser lançada, vai-se consumar outra negação? Certamente. Pela terceira vez, o Papa convida à renovação da negação, que é o encontro de Assis.
 

Conservadores ou Católicos?

Dom Lourenço Fleichman OSB

 A crise da Igreja trouxe para a nossa sociedade matizes religiosos diferentes e supreendentes. Por si só, a multiplicação dos estudos e o conseqüente aumento do conhecimento do objeto material da fé, gera discussão, análise, grupos mais ou menos coesos e diversidade de opiniões. Estas se formam tanto em relação aos objetos questionáveis da Religião, como também, em muitos casos, quanto ao que a Religião tem de inquestionável, definido e eterno.

Por exemplo: discute-se se é pecado ou não uma atitude, um comportamento. Ouvir tal música, ou vestir tal roupa. Assuntos controvertidos, sujeitos a argumentos a favor ou contra, logo, sujeito a opiniões. Mas discute-se também sobre o Concílio Vaticano II e nossa adesão a ele, matéria relativa à fé, onde os critérios já serão dogmáticos e, na sua argumentação mesma, tenderão a posições definidas, certas ou erradas. Isso faz parte da vida católica, sem dúvida, e poderia ser saudável.

Mas ocorre freqüentemente das opiniões livres serem vistas como dogmas e, ao contrário, os dogmas serem discutidos como sujeitos a opiniões. Leia mais

Falsas Lições sobre Gustavo Corção

 Dom Lourenço Fleichman OSB

 

Quando escrevi o prefácio ao livro O Pensamento de Dom Antônio de Castro Mayer, procurei denunciar a falsificação que seus sucessores e seus padres realizavam ao esconder e abandonar toda referência aos textos do grande bispo, com data a partir da década de 1970. Nesta época tornaram-se mais claras as causas dramáticas da crise da Igreja e por todo o mundo apareceram críticas mais severas ao Concílio Vaticano II e sua obra. LEIA A CONTINUAÇÃO
 

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