Skip to content

Category: EspiritualidadeConteúdo sindicalizado

Noite de Natal

 NOITE DE NATAL

Dom Lourenço Fleichman OSB


Noite de Natal. Nossos presépios preparados, aguardando ansiosos a entrada das crianças carregando o Divino Filho para, enfim, completar as imagens piedosas que marcam, todos os anos, nossa adoração.

Noite de Natal. Nossos sinos majestosos, aguardando silenciosos a chegada do Menino Deus para, enfim, soltarem a voz, ressoando pelo mundo o repicar alegre do angélico canto.

Noite de Natal. Vemos São José chegando a Belém, conduzindo sua esposa, Maria, prestes a dar à luz a Luz do mundo. Triste e aflito José.  LEIA MAIS

O Progresso Espiritual em Maria

 

O progresso espiritual é antes de tudo o progresso da caridade, que inspira e anima as outras virtudes – cujos atos se tornam meritórios –, de forma tal que as virtudes infusas, que são conexas da caridade, se desenvolvem na proporção daquele progresso, como na criança crescem ao mesmo tempo os dedos da mão1.
 
Convém saber o porquê e o como do desenvolvimento constante da caridade em Maria e o ritmo dessa progressão. O método que seguimos nos obriga a insistir nos princípios que remetem à firmeza e à elevação da Mãe de Deus, de molde a em seguida aplicá-los com segurança à sua vida.

 

  1. 1. Ia IIae, q. 65 e q. 66, a. 2.

Consagração do gênero humano à Maria, mãe de todos os homens

 

A gravidade dos acontecimentos atuais, em particular os que acabam de ocorrer na Espanha, mostram que as almas fiéis devem, cada vez mais, recorrer a Deus pelos grandes mediadores que Ele nos deu por causa de nossa fraqueza.

 

Da necessidade da oração para a salvação

Quando se observa atentamente a condição em que se encontram as almas, fica-se impressionado com a fraqueza, para não dizer coisa pior, com a fraqueza de suas orações. Reza-se pouco, reza-se mal, ou não se reza nada.

A maior parte dos homens não reza, o que é evidente; muitos cristãos rezam mal, seja porque o fazem ou sem fé, ou sem estar entendendo o que fazem, ou sem desejar receber qualquer coisa de Deus.

E mesmo os que rezam, rezam muito pouco.

Parece-nos, pois, que o somatório das orações está longe, muito longe, de corresponder à soma das necessidades; e apenas isto basta para que compreendamos porque vemos ininterruptamente o bem se debilitar e o mal crescer.

Itinerário espiritual da Igreja católica - introdução

INTRODUÇÃO
 
Em nossa extrema miséria, os membros da PERMANÊNCIA procuramos durante muitos anos conservar algum tipo de reunião que nos aproximasse um dos outros em razão do amor a Nosso Senhor, para que, de algum modo, encontrássemos um ambiente em que se falasse de Deus e para Ele se voltassem nossos esforços.

O soldado e o santo

Nós sabemos bem distinguir, e não confundimos de modo algum, o heroísmo dos santos e o do soldado. (...) Sim, nós distinguimos sem dificuldade os dois heroísmos e jamais identificamos o grito do herói tombado por uma “pátria carnal” com o cântico do santo que expira consumido pela caridade divina. Sabemos perfeitamente que as últimas palavras de Joana, agonizante, exprimem, acima de tudo, o heroísmo da santidade, e suas palavras só puderam ser aquelas porque, na sua alma, o heroísmo do chefe guerreiro estava iluminado, transformado pelo heroísmo da “Pucelle”, “filha de Deus”.

A procura da santidade

 

A nossa circular aos assinantes de PERMANÊNCIA valeu-nos uma porção de cartas e listas de assinaturas, pedindo ao Papa a recuperação da missa que a Igreja sempre celebrou. Estas cartas foram enviadas a Roma apesar de sua insignificância e do pouco que podem pesar, para influir no curso dos acontecimentos.

A Missa do Padre Pio

[Nota de Dom Lourenço] Recebi esta entrevista do Padre Pio e não pude deixar de publicá-la, tamanha a grandeza do que ele viveu nessas missas que se tornaram famosas em todo o mundo. Que nossos fiéis e leitores amigos possam tirar dessas palavras um caminho para melhor assistir a sua missa. Queria acrescentar aqui um pequeno comentário: Onde fica, depois de se ler esta pungente entrevista, a missa alegrinha dos carismáticos? Que distância entre esta descrição de um verdadeiro Sacrifício realizado no altar, e os shows mundanos, sentimentais e mediáticos dessa nova religião de Vaticano II.

Comentário ao XIIIº Domingo depois de Pentecostes

Dez leprosos vêm diante de Nosso Senhor, e se mantendo a uma certa distância, lhe gritam: Mestre, ou Rabi Jesus, tenha piedade de nós.
Os leprosos são a imagem dos pecadores; quer dizer que eles são a nossa imagem. Eles vêm a Nosso Senhor. Somente Ele poderia curá-los; como somente Ele pode nos curar depois do pecado.
Eles se mantêm à distância, era uma lei dos judeus; os leprosos não podiam nem mesmo se aproximar dos outros homens, por causa do temor de se pegar a doença.
Isto nos ensina com que humildade é preciso se aproximar de Nosso Senhor, quando se quer lhe pedir o perdão dos pecados.
 
O que eles pediam a Nosso Senhor é também para nós um belo modelo de oração: – Jesus,  dizem, tenha piedade de nós.
Não precisamos dizer mais nada. O Senhor vê nosso mal, então que tenha piedade de nós e isto nos bastará. Depois o Senhor fará para nós, segundo a sua piedade, segundo o seu coração; nós não pedimos nada além disso.
Nosso Senhor entende esta forma de oração. Ponhamo-nos em sua presença e com uma humilde confissão de nossa lepra, isto é, de nossos pecados, digamos a Ele: Jesus, tende piedade de nós.
AdaptiveThemes