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Category: Crise da IgrejaConteúdo sindicalizado

A Renovação Carismática Católica

Pe. Scott Gardner, FSSPX

 

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.

Introdução:

  Batizados no "Espírito"

            "Batizado no Espírito", "Oração em Línguas", "O Dom da Profecia", e um "Relacionamento Pessoal com Jesus Cristo" são todas expressões muito em voga e indispensáveis no vocabulário da assim chamada "Renovação Carismática Católica" (RCC) , um movimento cujas origens se deve a um retiro sem nenhum acompanhamento realizado em 1967 por alguns estudantes da Universidade de Duquesne em Pittsburg (USA) . Por volta de 1990, o movimento já contava com cerca de 72 milhões de seguidores no mundo inteiro e organizações oficiais em mais de 120 países.
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Conservadores ou Católicos?

Dom Lourenço Fleichman OSB

 A crise da Igreja trouxe para a nossa sociedade matizes religiosos diferentes e supreendentes. Por si só, a multiplicação dos estudos e o conseqüente aumento do conhecimento do objeto material da fé, gera discussão, análise, grupos mais ou menos coesos e diversidade de opiniões. Estas se formam tanto em relação aos objetos questionáveis da Religião, como também, em muitos casos, quanto ao que a Religião tem de inquestionável, definido e eterno.

Por exemplo: discute-se se é pecado ou não uma atitude, um comportamento. Ouvir tal música, ou vestir tal roupa. Assuntos controvertidos, sujeitos a argumentos a favor ou contra, logo, sujeito a opiniões. Mas discute-se também sobre o Concílio Vaticano II e nossa adesão a ele, matéria relativa à fé, onde os critérios já serão dogmáticos e, na sua argumentação mesma, tenderão a posições definidas, certas ou erradas. Isso faz parte da vida católica, sem dúvida, e poderia ser saudável.

Mas ocorre freqüentemente das opiniões livres serem vistas como dogmas e, ao contrário, os dogmas serem discutidos como sujeitos a opiniões. Leia mais

Em defesa da Fraternidade São Pio X

Dom Lourenço Fleichman OSB

O Fratres in unum tirou a máscara. Já há muito que se percebia um apoio constante aos "conservadores" ligados à Ecclesia Dei, enquanto que a Fraternidade São Pio X, que eles diziam apoiar, só aparecia ali quando alguma entrevista para os jornais, por si mesmas mais superficiais e amenas, levava os seus superiores a evitar críticas ao papa ou aos bispos. Mas um Superior de Distrito da Fraternidade não escreve um Comunicado da gravidade daquele publicado no site do distrito francês, como se falasse a jornalistas. É evidente. Qualquer superior militar sabe distinguir entre um aviso aos jornais e um comunicado aos seus soldados. Nada mais natural do que um chefe do combate espiritual dessa guerra que travamos, assim proceda. Não existe nisso contradição.

O texto publicado contra a Fraternidade São Pio X no Fratres in unum é um panfleto maldoso, cheio de erros de interpretação, de erros de tradução, de má fé. Seu autor, não podendo encontrar respostas ao grito de Fé do padre de Cacqueray, apela para um artigo de 2008, de outro padre, em contexto completamente diferente, e que, mesmo assim, é analisado de modo a induzir em erro seus leitores.
Pessoalmente, sempre achei que a situação atual, mesmo sendo necessária, induzia muitos a um erro de avaliação, ao julgarem que a ida da Fraternidade a Roma para as discussões teológicas significaria uma adesão desta à reforma da reforma trabalhada por Bento XVI. Bastou um ato mais forte do papa na direção dos erros do ecumenismo para essa gente dar gritinhos escandalizados, não com o gritante erro dos chefes, mas com a reação saudável dos filhos que não podem aceitar a nudez do pai. Aos que preferem rir-se da nudez do papa, embrigado de ecumenismo naturalista, só nos resta aquela condenação de Noé convertido, depois que passou o efeito do vinho: "Maldito seja Canaã!" (Gênesis, 9, 25) Para restabelecer a justiça gravemente ferida pelo Fratres in unum, publicamos aqui as pungentes palavras do padre de Cacqueray a seus padres e a seus féis franceses. Que elas sirvam de alerta para nossos leitores e amigos. A tradução é da Permanência. Leia a continuação

Falsas Lições sobre Gustavo Corção

 Dom Lourenço Fleichman OSB

 

Quando escrevi o prefácio ao livro O Pensamento de Dom Antônio de Castro Mayer, procurei denunciar a falsificação que seus sucessores e seus padres realizavam ao esconder e abandonar toda referência aos textos do grande bispo, com data a partir da década de 1970. Nesta época tornaram-se mais claras as causas dramáticas da crise da Igreja e por todo o mundo apareceram críticas mais severas ao Concílio Vaticano II e sua obra. LEIA A CONTINUAÇÃO
 

A visibilidade da Igreja e a situação atual

[Nota de Permanência] A conferência que apresentamos aqui tem várias qualidades. Além de tratar com profundidade da questão da visibilidade de Igreja em meio à crise terrível que atravessamos, traz o pensamento autêntico de Mgr. Marcel Lefebvre, tal como ele o expôs aos seus padres pouco tempo depois de Dom Gérard Calvet ter feito seu acordo com o Vaticano. Mesmo se em determinadas cartas, como é natural, ele tenha falado com maiores cuidados na esperança de mover os adversários a compreender e aceitar a Tradição, não resta dúvida de que seu pensamento estava longe de aceitar Vaticano II ou a Missa de Paulo VI. Nossa tradução é tirada da Revista dos dominicanos franceses, Le Sel de la Terre, de 2002.

O Movimento Carismático

Abril 25, 2010 escrito por admin

 Artigo do jornal Si Si No No

Suas origens
 
Tudo começou com a participação de alguns católicos em assembléias de pentecostistas protestantes e com a recepção do “batismo do Espírito” por obra dos pentecostistas.
 

Quem se lembra de Fátima?

Abril 22, 2010 escrito por admin

 

O presente artigo foi publicado em português no jornal Sim Sim Não Não há mais de dez anos. Muita coisa mudou desde então: o Papa reinante não é mais João Paulo II, a última das videntes de Fátima, a Irmã Lúcia, morreu e o Vaticano apresentou um documento e uma interpretação que diz corresponder à totalidade do Terceiro Segredo revelado por N. Sra. Uma coisa, porém, permanece: o generalizado menosprezo pela mensagem de Fátima, que levou Irmã Lúcia a dizer: "Padre, a Santíssima Virgem está muito triste porque ninguém faz caso de Sua mensagem, nem os bons nem os maus. Os bons continuam seu caminho, mas sem se preocupar da mensagem. Os maus, visto que o castigo de Deus não os fere no momento, continuam sua vida de pecado sem fazerem caso da mensagem". Que nessa data, em que celebramos os 90 anos das aparições, possam todos sair de sua indiferença.
 

Entrevista com Julio Fleichman

 A CRISE É DE FÉ

Alguns anos antes de falecer, após 35 anos de militância como presidente da Permanência, Júlio Fleichman narrou sua trajetória ao lado de Gustavo Corção — o mais firme de nossos polemistas católicos — os eventos decisivos na formação de seu posicionamento diante desta terrível crise de nosso tempo, e de seu combate aos inimigos da Igreja.

 

Hoje, os membros de Permanência e os novos católicos que vão se convertendo à defesa da Tradição, reúnem-se na Capela S. Miguel Arcanjo, às sextas e domingos, no Cosme Velho, para assistir a "Missa de sempre" — a Missa Tridentina, celebrada por D. Lourenço Fleichman, OSB — e prosseguir no combate.

  

Como foi o seu encontro com Gustavo Corção? Como o senhor chegou a conhecê-lo?
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Pode haver erro em documento do Magistério pontifício ou conciliar?

 Pode haver erro em documento do Magistério Pontifício ou Conciliar não infalível? É possível, em dadas situações, suspender o assentimento religioso licitamente e sem temeridade? E quanto ao assentimento externo, ou silêncio obsequioso? Ninguém negará a importância destas questões na hora presente, e a necessidade de procurar respondê-las de modo satisfatório. 
    
Ao longo dos séculos, a Igreja, pela voz de seus santos, doutores e teólogos tratou repetidas vezes desse assunto. Coube a Arnaldo Xavier da Silveira, em dois artigos originalmente publicados na revista "Catolicismo" (julho e agosto de 1969), recolhidos no livro "La nouvelle messe de Paul VI: Qu´en penser?", a tarefa de compendiar e mostrar o que nos ensinou nossa Mãe e Mestra à respeito destas questões. A seguir, reproduzimos parcialmente os mesmos.

Dom Helder Câmara - uma retrospectiva de fatos

Tenho sobre minha mesa 10 pastas cheias de recortes sobre D. Helder Câmara. Cobrem o período que vai de 1964 até 1977. A simples existência dessas pastas, cheias de recortes que nos informaram, aqui no Brasil1 de TODOS os pronunciamentos de D. Helder Câmara, muitos transcritos na íntegra e em TODOS os jornais, desmentem por si só a alegação de que D. Helder é aqui "totalement censuré", como costuma dizer contra nós o jornal "La Croix" de Paris. Mas, como não pretendo ser democrata nem partidário da liberdade de imprensa (no sentido em que esta expressão é entendida nos Estados Unidos) acrescento que uma coisa D. Helder Câmara tem sido e continua sendo, graças a Deus, impedido de fazer pelo Governo brasileiro. Não que seus pensamentos sejam expressos e publicados mas, sim, que ele faça CAMPANHAS públicas em que mistificaria a opinião pública com sua condição de Arcebispo, fingindo que a Igreja Católica, a que tem 20 séculos e é sempre a mesma, endossa suas atitudes. Isso sim, graças a Deus, lhe é proibido.

  1. 1. Texto escrito para ser publicado na França
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