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Category: Vaticano IIConteúdo sindicalizado

Reflexões sobre o valor dos documentos do Concílio Vaticano II

Julho 26, 2009 escrito por admin

Capítulo Primeiro: o "status quaestionis"
 
Nos últimos meses, na Itália, viu-se ressurgir o debate sobre o Concílio Vaticano II e sua interpretação graças a duas publicações importantes, dois livros que adotam posições opostas. O primeiro é O Concílio Ecumênico Vaticano II Contraponto para sua história1, obra que reúne as intervenções de Mons. Agostino Marchetto, atual secretário do Conselho Pontifício da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes, a respeito da interpretação dos textos conciliares. O segundo é a Breve História do Concílio Vaticano II2, um resumo da famosa História do Concílio Vaticano II em cinco volumes, do prof. Giuseppe Alberigo, chefe do Instituto de Ciências religiosas de Bolonha.

  1. 1. A. Marchetto, Il Concilio Ecumênico Vaticano II. Contrapounto per la sua storia, Cité du Vatican, Libreria Editrice Vaticana, 2005.
  2. 2. G. Alberigo, Breve storia del Concilio Vaticano II, Bologne, Il Mulino, 2005.

O valor do Concílio Vaticano II

Parece-nos claro que o valor principal de um Concílio Ecumênico só pode ser medido com um critério essencialmente católico, o da aplicação do Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo para a salvação das almas, e não com qualquer critério tirado do mundo e da história.

A necessidade de explicar tudo

Nas primeiras linhas da entrevista ao Figaro, por Dom Marcel Lefebvre, publicada quinta-feira última nestas colunas, lemos aflitos que Dom Lefebvre acha necessário explicar que a Igreja de Cristo é uma realidade sobrenatural, uma sociedade mística. Porque me afligi? Por ver que no meio do tormentoso processo criado em torno do Bispo que só deseja continuar o que sempre fez na Igreja, o entrevistado tem de começar pelos mais elementares ensinamentos de catecismo.

Dom Marcel Lefebvre fala

Transcrevemos hoje, traduzida, a entrevista de Dom Marcel Lefebvre publicada no Figaro de 4 de agosto(1) ; e não ignoramos que muitos leitores brasileiros, por carência de informação ou de formação, talvez se escandalizem com a declaração de Dom Lefebvre; e talvez a qualifiquem como simplesmente rebelde e indisciplinada.

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