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NOS 20 ANOS DAS SAGRAÇÕES DOS BISPOS DA TRADIÇÃO
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Jornal Sim Sim Não Não
Os bastidores do Concílio
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6 de julho de 1978 - 30 anos da morte de Gustavo Corção 29 de setembro de 1968 - 40 anos da Permanência Neste dia 30 de junho de 2008, quando nos preparamos para lembrar os 30 anos da morte do nosso fundador, Gustavo Corção e quando nos preparamos para festejar 40 anos de combates sem tréguas, na Permanência, publicamos o trabalho do SimSimNãoNão que mostra que não existe cisma e não existe excomuhão. Porque há vinte anos atrás, Mons. Marcel Lefebvre e Mons. Antônio de Castro Mayer, sagravam os quatro bispos que, até hoje, nos socorrem com os verdadeiros sacramentos da Igreja. ESTUDO CANÔNICO SOBRE A NULIDADE DAS EXCOMUNHÕES No momento em que a Fraternidade São Pio X é pressionada contra a parede, pelo Cardeal Hoyos, acusada de forçar uma situação, acusada de faltar com a caridade para com o papa ou de pretender um poder acima do que lhe confere a Igreja, pareceu-nos importante entrar no mérito da questão, através deste trabalho que prima pela seriedade e pela profundidade teológica, fugindo das enjoadas considerações que pululam nos sites, blogs, orkuts etc e que mais servem para confundir do que para esclarecer. Por outro lado, Mons. de Galarreta, no sermão das ordenações sacerdotais, no último dia 27 em Ecône, deu a seguinte chave para as pressões de Roma:
Nossas orações se elevam pedindo a Deus que ilumine a alma do papa para que ele veja o tipo de atitude necessária para restaurar a fé da Igreja no seu todo.
22 de junho Tamancadas do Sapateiro Dom Lourenço Fleichman OSB Zapatero acaba de liberar para o público fotos do arquivo dos comunistas sobre a Guerra Civil espanhola. O jornal O Globo, do sábado dia 21 de junho, faz eco às tamancadas com que o governo espanhol, mais uma vez, espanca a História do seu país. Mais uma vez, lendo as páginas desse folhetim barato em que se transformou O Globo, tem-se a impressão de que a Espanha, em 1936, vivia na paz e prosperidade, até que um rabugento e brutal general Franco, partiu lá da África, sedento de poder e de sangue, para aterrorizar as criancinhas de Madri e do resto da Espanha.
Comecemos então, com a foto do General Franco. Porque a foto? Primeiro porque as esquerdas gostam de etiquetas. E já que o simples fato de defender a verdade histórica será motivo para que me acusem de fascista ou outra gracinha do tipo, lá vai ela, pendurada nas paredes do nosso site. Em segundo lugar, publico a foto porque parece-me que ela exprime um olhar que impressiona. Por mais que um ditador sanguinário se esforce, nunca teria a expressão de paz interior que se percebe aqui. E não venham me dizer que isso é uma interpretação subjetiva da minha parte, porque as fotos publicadas pelo O Globo nada mais fazem do que manipular a opinião do leitor, através das legendas, dos editores do jornal, que conseguem perverter a verdade sem dizer mentiras. Se não podemos levar a verdade a todos os leitores do O Globo, pelo menos queremos mostrar aos nossos leitores as fotos omitidas pelo sr. Zapatero. E lembramos que temos no nosso site textos impressionantes que revelam os massacres e assassinatos dos comunistas: http://www.permanencia.org.br/revista/historia/terror.htm http://gustavocorcao.permanencia.org.br/Artigos/espanha.htm A verdade é que os comunistas tomaram conta da Espanha e massacraram tudo o que lembrava suas raízes católicas, sua glória passada, seus santos e os grandes pensadores, políticos e soldados que fizeram a grandeza daquele povo. Querem provas? Pois elas estão aqui.
comunistas fuzilam a imagem do Sagrado Coração Ah! dirão, isso é apenas um símbolo... na verdade os comunistas não fizeram nada de mais, apenas defenderam o povo.... Ah é? Será? Pergunte para esta freira da foto abaixo que teve seu túmulo violado, como centenas de outros, dentro das igrejas e conventos destruídos pelos comunistas. Pergunte para os mais de oito mil padres e freiras torturados, violados, e mortos nas ruas das cidades de Espanha. Vamos às fotos! Ajudemos o sr. Zapatero e ao jornal O Globo a a não serem tão omissos e tendenciosos. Ajudemos nossos leitores a perceberem que o tal Dossiê dos comunistas é fajuto. As fotos que apresentamos aqui não precisam de legendas, elas falam por si só porque revelam coisas que não são comuns a qualquer guerra, mas somente aos bárbaros. (clique aqui para entrar no dossiê de fotos)
13 de junho A Fraternidade S. Pio X e os esotéricos Não é a primeira vez que o Olavo de Carvalho dirige elogios à nossa Permanência, o que muito nos honra. Repetiu-se o fato, recentemente, numa de suas emissões pela internet ao declarar equivocadamente, que o prof. Antônio Araújo, que mantém o blog do Angueth (http://angueth.blogspot.com/) pertence ao nosso movimento. O próprio autor citado tratou de esclarecer, com o texto "Quem sou eu", de 10/6, que não é assim, apesar dos pontos em comum que encontramos no combate. Acontece que em sua emissão de áudio, Olavo voltou a afirmar certos relacionamentos entre autores esotéricos e islâmicos e a Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Como a coisa ganhou certa importância, pareceu-me necessário esclarecer alguns pontos do debate. Mesmo não sendo da Fraternidade S. Pio X, convivi e convivo ainda hoje com os padres e com os bispos desta instituição católica. Dois dos padres tradicionais saídos da Permanência foram ordenados por Mons. Lefebvre (Dom Tomás de Aquino e eu mesmo). Os outros seis foram ordenados pelos bispos sagrados por Mons Lefebvre. Além disso, a Permanência está engajada neste combate há quarenta anos, tendo certa experiência no assunto. Por isso tudo, sinto-me à vontade para trazer a público as seguintes correções: Olavo afirma na sua emissão de áudio do dia 9 de junho, aos 34:50 da gravação: "Eu vou dizer: aqueles quatro padres que foram sagrados bispos pelo Mons. Lefebvre, foram alunos do professor Rama Coomaraswamy"
Esta afirmação é falsa no que toca os quatro bispos. Nenhum deles foi
aluno de Coomaraswamy.
Este senhor lecionou no
Seminário da FSSPX dos EUA por 5 anos, de 1978 até 1983, quando
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Dom Tissier ligou-se a FSSPX em 1969: nove anos antes de Rama C.
surgir
O que ficou dito acima já mostra o infundado desta afirmação. Além disso é preciso lembrar que não há sinal algum de influência do pensamento guenoniano, schuoniano ou coomaraswamyano nos bispos. Quem seria capaz de mencionar um só sinal de influência? A Tradição é, aliás, grande rival desses pensadores esotéricos. Diante de uma afirmação tão absurda e grave, telefonei para Dom Galarretta que me confirmou nunca ter conhecido este senhor. De onde Olavo teria tirado tal afirmação? A resposta a esta questão é apresentada pelo próprio Olavo, mas ele parece não perceber: "E o que dizia o Rama Coomaraswamy? Ele disse para mim isso aqui: «Mons. Lefebvre é um idiota, mas trabalha para nós». Eu sou testemunha pessoal disso aí. Você pode duvidar do meu testemunho, mas eu sei o que ouvi, eu assino em baixo. Eu ouvi o cara dizer isso, ele confirmou que os caras eram alunos deles, foram preparados por ele e foram mandados lá para o Mons. Lefebvre como uma espécie de bomba de efeito retardado". Ora, eu não tenho razão para duvidar do Olavo. Acredito piamente que Rama Coomaraswamy disse tal asneira e tal ofensa. Mas não há nada nesse mundo que me faça dar crédito às palavras torpes desse senhor que é definido pelo próprio Olavo como um dúbio e traidor: "o Rama Coomaraswamy, sob outros aspectos um grande sujeito, tinha dupla identidade: quer dizer, era professor de teologia católica num seminário, mas estava inteiramente submetido à orientação espiritual de um sheik muçulmano. Concordava em tudo."
O que o
Olavo está afirmando é que o sujeito é um pulha! Sob outros aspectos
(não revelados pelo Olavo) ele era um grande sujeito (na opinião do
Olavo), mas nesse caso da Fraternidade ele é um pulha, um canalha, ao
qual, evidentemente, não se pode dar crédito, visto que ele fingia ser
uma coisa e era outra. E o que está subentendido na afirmação do Olavo
eu confirmo, lembrando que ele conduziu nove seminaristas a
trairem seu Superior no dia seguinte da Ordenação Sacerdotal, o que é
papel de falsidade e traição. O que mais me surpreende é o Olavo perceber
isso e continuar dando crédito a ele, a ponto de lançar ao público sem
maiores precauções, uma afirmação falsa e gravíssima, que vem
denegrir, de modo injusto e gratuito, a obra de Mons. Lefebvre. Isso, partindo do Olavo, me
surpreende, porque o Olavo não é burro!
NOTA: No próximo dia 30 de junho completam-se 20 anos das Sagrações dos quatro bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Nossa piedade filial inclina-se com reverência e gratidão diante desses soldados, confessores, dos tempos calamitosos em que vivemos. Inclina-se de joelhos diante do altar, para agradecer a Mons. Marcel Lefebvre por sua coragem e por sua grandeza. Quando tudo isso for apenas um capítulo na história da Igreja, ele será lembrado, certamente, como o maior vulto de todo o século XX.
6 de junho Jó, o Eclesiastes e o Orkut Dom Lourenço Fleichman OSB Conta o Livro de Jó, em seu início, uma conversa entre Deus e Satanás. Quando Deus pergunta a Satanás o que anda fazendo, o Príncipe das Trevas responde: "Andei dando voltas pelo mundo e passeando por ele". Podemos perceber que não é de hoje que o Demônio anda por aí espalhando entre os Filhos dos Homens sua malícia disfarçada em coisas boas. Como anjo mau muito esperto, o Demônio hoje não passeia, ele navega pelas ondas da virtualidade (coisa fácil para um espírito). "Andei navegando pelo Orkut, e vi a juventude entediada, vazia e descarada!" E eu, no meu esconderijo protegido contra Orkuts fiquei imaginando se o Cão não estaria dizendo uma grande mentira, um exagero, com alguma intenção desconhecida. (Continue a leitura)
13 de maio ¿ QUE PASA CON RAFAEL ? Não sei se nossos leitores sabem que os portugueses da Tradição desenvolveram muito o apostolado por Blogs diversos. Dentre esses, destaca-se já há bastante tempo o blog A Casa de Sarto. Muitos textos ali publicados são de grande importância para nosso combate, tanto religioso, em defesa da fé, como cultural, em defesa da Civilização Católica. Esta admiração nossa existe mesmo quando alguns detalhes do combate não são entendidos do mesmo modo. Apesar das pequenas diferenças que por vezes aparece, é sempre com profundidade e correção que nossos amigos José Sarto e Rafael Castela Santos(este, espanhol) defendem o que nós, aqui na Permanência, tentamos também defender.(continue lendo aqui) ________________________________________________________________ O Pe. Luiz Cláudio Camargo pediu-me, há algum tempo, que escrevesse uma resenha sobre o livro "O Reno se Lança no Tibre", que a nossa Editora Permanência acaba de lançar. Esta resenha foi publicada num recente número da Revista Guarde a Fé, da Fraternidade S. Pio X e vem aqui reproduzida. Quem fechará a Caixa de Pandora que os bispos do mundo inteiro, reunidos em Concílio, resolveram abrir? Conta a mitologia que, movida pela curiosidade, esta mulher cheia de qualidades, abriu a tampa de uma jarra (não era bem uma caixa), oferecida por Zeus para o casamento dela com Epimeteu. Imediatamente escaparam da jarra todos os males, espalhando-se pela humanidade. Fechando apressadamente a jarra, ficou presa, solitária e impotente, a Esperança. Bela e terrível figura do que aconteceu na Igreja, durante o Concílio Vaticano II. (Leia mais) *** A seguir, nossas primeiras impressões a propósito do Motu Proprio de Bento XVI: Como todos já sabem, o Papa Bento XVI num ato histórico, devolveu à missa de S. Pio V um lugar dentro da vida eclesial moderna. Não é ainda o lugar de direito, visto que ela é ainda considerada como "forma extraordiána" do rito Romano da Missa. Mas é, sem dúvida, um lugar de fato, que abre aos padres escrupulosos e que sofriam as pressões do episcopado para não celebrar a missa tridentina um caminho de liberdade que pode causar uma redescoberta do patrimônio litúrgico por milhares e milhares de fiéis. Os textos para a análise deste fato já se fazem numerosos, o que dificulta a rapidez da informação. Porém, como nossa orientação sempre foi a da formação, mais do que a da informação, nada de mais que esperemos alguns dias para que todos estes textos sejam devidamente traduzidos e analisados. O fato é que Mons. Fellay, Superior Geral da Fraternidade S. Pio X, deixou claro em sua Carta aos fiéis, que é graças à Mons. Marcel Lefebvre e seu incansável combate pela tradição, no meio das perseguições e penas absurdas, que hoje se obtém do papa esta liberação parcial da missa católica. Assinala ainda Mons. Fellay como causa espiritual deste fato histórico, os dois milhões e meio de terços rezados no mês de Outubro passado nesta intenção. É claro que estes primeiros momentos devem ser vividos na oração e na reflexão, mais do que no entusiasmo, pois junto com os benefícios, existem muitas ambiguidades, como por exemplo, a insistência do papa em dizer que as duas missas são formas diferentes do mesmo rito Romano do Missal. Analisando-se fria e teológicamente os dois ritos, ve-se que não cabe esta aproximação. Ao contrário, trata-se de duas concepções diferentes da Missa e é de extrema importância que se compreenda o porquê. Por ora, apresentamos um pequeno resumo esquemático, para posterior desenvolvimento:
Fica claro que se trata de ritos diferentes e que não é tão simples assim dizer que devemos aceitar a missa nova como plenamente católica. Graves dificuldades teológicas nos impõem uma atitude de defesa da fé, pois o rito novo "afasta-se no todo como no detalhe da concepção católica da missa tal como definida no Concílio de Trento" (Card. Ottavianni e Bacci, 1969). Que muitos católicos descubram, pois, este tesouro de vida católica, de dogmas católicos, de fé católica que é a Missa Tridentina, codificada por S. Pio V e armada por uma muralha protetora contra os ataques dos inimigos da Igreja. E que muitos padres voltem a celebrá-la, com piedade, com devoção, com fé. Apresentaremos nos próximos dias os textos traduzidos e novos comentários. Dom Lourenço Fleichman OSB Cruzada pela devoção ao Imaculado Coração de Maria
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NOTÍCIAS E COMENTÁRIOS
3/4/2008 - Veja a belíssima foto-reportagem das exéquias de D. Anjo, prior de Notre-Dame de Bellaigue. 27/11/2007 - O Padre Joel Danjou, da Fraternidade São Pio X publicou uma interessante Carta Aberta aos Padres de Campos no site da Fraternidade S. Pio X. O padre se dirige aos padres que seguiram a Dom Fernando Rifan na degringolada geral da resistência católica na diocese de Campos. Pergunta a eles se acreditam em tudo o que faz e diz o bispo da Administração Apostólica, tamanha a distância entre o que hoje é ensinado aos fiéis campistas e tudo aquilo que, durante anos, foi a luz do combate pela Tradição. Se nossos leitores voltarem alguns poucos anos atrás, e lerem os textos que publicamos aqui, na época em que os padres de Campos abandonaram seus antigos companheiros de combate, e compararem com a lista apresentada pelo Padre Joel, verão que a decadência se acelera em poucos anos de contato com os princípios heterodoxos do Vaticano II. Como é sabido, os acordos com o Vaticano trouxe para todos os grupos "Ecclesia Dei" um enfraquecimento do combate, a aceitação dos erros de Vaticano II, inclusive a missa nova. Neste ponto também, Campos está indo muito mais rápido do que os demais, visto que a missa de Paulo VI já está sendo celebrada e concelebrada. É isto o que custa abandonar o bom combate e o exemplo de Mons. Lefebvre, como fizeram os padres do IBP. Todos eles entram na lógica de uma falsa obediência que trai a fé. * * * A FSSPX traduziu e publicou em seu site um excelente trabalho sobre o Limbo, escrito pelo Pe. de la Rocque. Recomendamos. O Correio da Bahia fez uma reportagem sobre o pde. Jahir Britto de Souza, nosso amigo, mestre e companheiro de combate. Dom Fellay fala sobre a expectativa do Motu Proprio, ecumenismo etc. Palestra em inglês, dada em 16/4/2007 nos EUA. As declarações do Papa sobre os índios e a polêmica causada - com links para outros artigos sobre o tema. Os 90 anos das aparições de Fátima - veja os links para outros artigos sobre o tema Miséria e Grandeza dos Astecas, de Pde. Irabiru: os veementes protestos gerados por recente declaração do Papa, de que seria "um retrocesso" a volta às primitivas religiões indígenas, nos moveram a publicar o presente artigo. A história (a verdadeira, não a "pluralista", "politicamente correta" ou "multicultural") mostra a absoluta perversidade de muitos daqueles cultos.
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