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CAMPANHA DE ROSÁRIOS PELAS ELEIÇÕES

 

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Psicanálise - Freud (2)

O pessimismo de Freud

Referi-me, em artigo anterior, ao pessimismo intelectual, inerente ao analismo e à hipertrofia da investigação das causas materiais, que levava Freud a ver o mundo psíquico como um mecanismo de disfarces e de ilusionismos. Na extensão de sua concepção construiríamos uma metafísica em que o ser, em vez de ser objeto adequado à inteligência, é o enganador, o despistador. Teríamos uma espécie de deslealdade metafísica do ser, e um novo transcendental de perfídia.

Um aspecto do freudismo

Roland Dalbier, num livro que se tornou clássico (O Método Psicanalítico e a Doutrina de Freud, tr. José Leme Lopes, Agir) começar por uma distinção entre a parte científica e experimental da descoberta de Freud, e a parte filosófico-doutrinária, que não chega a ser uma filosofia por sua espantosa falta de coesão racional, mas que os chamados "ortodoxos" (como se houvesse na ciência lugar para ortodoxia!) acompanham com religiosa fidelidade. "O freudismo — diz o mesmo Dalbier — é uma dogmática."

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