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CAMPANHA DE ROSÁRIOS PELAS ELEIÇÕES

 

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Santo Tomás de Aquino (3981)

Questão 7: Da infinidade de Deus.

Após havermos tratado da perfeição de Deus, devemos tratar da sua infinidade e da sua existência nas coisas; pois, dizemos que Deus, sendo sem limites e infinito, está em toda parte e em todas as coisas. Na primeira questão discutem-se quatro artigos:
 

 

Art. 4 — Se todas as coisas são boas pela bondade divina.

(I Sent., dist. XIX, q. 5, a. 2, ad 3; I Cont. Gent., cap. XL; De Verit., q. 21, a. 4)
 

Art. 3 – Se é próprio de Deus ser bom por essência.

(I Cont. Gent., cap. XXXVIII; III, cap. XX; De Verit., q. 21, a. 1, ad 1; a. 5; Compend. Theol., cap. CIX; De Div. Nom., cap. IV, lect. I; In Boet., De Hebdomad., Lect. III, IV)
 

Art. 2 — Se Deus é o sumo bem.

(II Sent., dist. I, q.2, a.2, ad. 4; I Cont. Gent. Cap. XLI)
 

Art 1. — Se ser bom convém a Deus.

(I Cont. Gent., cap. XXXVII; XII Metaphys., lect. VII)
 

Questão 6: Da bondade de Deus.

Em seguida devemos tratar da bondade de Deus. E, nesta questão, discutem-se quatro artigos:
 

Art. 6 — Se o bem se divide adequadamente em honesto, útil e deleitável.

(Ila. Hae, q. 145, a. 3; II Sent., dist. 21, q. 1, a. 3; I Eth., lect. V)
 

Art. 5 — Se a noção de bem implica o modo, a espécie e a ordem.

(Ia. Ilae, q. 85, a.4; De Verit., q.21, a.6)
 
O quinto discute-se assim. — Parece que a noção de bem não implica o modo, a espécie e a ordem.

Art. 4 — Se o bem tem, antes, a natureza da causa final do que as demais causas.

(I. Sent., dist. XXXIV. Q.2, a.1, ad 4; I Cont. Gent., cap. XL; De Verit., q.21, a.1; De Div. Nom., cap. I. Lect. III; II Phys., lect. V)
 

Art. 3 — Se todo o ser é bom.

(I. Sent., dist. VIII, q.1, a.3; II Cont. Gent., cap. XLI; III, cap. XX; De Verit., q.21, a.2; In Boet., De Hebd., lect. II)
 
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