Skip to content

Category: Missa Nova e Reforma LitúrgicaConteúdo sindicalizado

1ª Carta do pároco aos fiéis sobre a decisão de não mais celebrar a missa segundo o Novus Ordo

[Nota da Permanência] O Padre Louis Demornex é Pároco de Fontanaradina di Sessa Aurunca, na provincia di Caserta, Itália. Ao comunicar ao seu bispo sua decisão, recebeu repreensões e sanções. Foi afastado da paróquia. Mais tarde foi reintegrado, mas seu caso ainda está em "julgamento". Coisas da "Outra", como Corção gostava de chamar a nova Igreja de Vaticano II. Enquanto isso, o carnaval ecumênico de Dom Ivo Lorscheiter, em Santa Maria, ou os shows do Pe. Marcelo não precisam de "julgamento", pois fazem parte dos seus ritos. 

As cartas foram colhidas no site italiano Inter multiplices una vox

 

Declarações do Cardeal Stickler

Declarações do Cardeal Stickler
prefeito emérito dos Arquivos do Vaticano
sobre a Missa de S. Pio V (revista The Latin Mass, 1995)
 
"O Papa João Paulo II fez duas perguntas, em 1986, a uma comissão de nove cardeais.
Primeira pergunta: "O Papa Paulo VI ou qualquer outra autoridade competente até o presente momento proibiram legalmente a livre celebração da Missa tridentina?"

A teologia do santo sacrifício da Missa

Julho 26, 2009 escrito por admin

A “Confissão de Augsburgo”, protestante, viu bem a mudança radical do novo rito da missa, ao declarar: “Nós fazemos uso das novas preces eucarísticas (católicas) que têm a vantagem de pulverizar (reduzir a pó) a teologia do Sacrifício” (“L' Eglise d' Alsace”, dez/73 e jan/74. Apud “La Messa di Lutero”, por Dom Lefebvre).

Encíclica Mediator Dei - condenação por antecipação da "reforma litúrgica" de Paulo VI

Julho 26, 2009 escrito por admin

Uma "lei nociva": o "Ordo Missae" ecumênico
Há 30 anos (3 de abril de 1969), o Novus Ordo Missae de Paulo VI sucedeu ao antiqüíssimo e venerável rito romano da Santa Missa.
 
Pela Festa de Corpus Christi deste mesmo ano, foi apresentado a Paulo VI um Breve exame crítico do "Novus Ordo Missae", precedido duma "Carta" dos cardeais Ottaviani e Bacci, na qual se afirmava: "Os súditos, para o bem dos quais se quer estabelecer uma lei, tiveram sempre, mais do que o direito, o dever de pedir, com confiança filial, ao legislador a ab-rogação da própria lei, quando ela se demonstra ser nociva".
 
E como o Novus Ordo era "nocivo", a ponto de fundamentar um verdadeiro "dever" de pedir a sua ab-rogação, os dois cardeais diziam sem rodeios: o novo rito da Missa "representa, tanto no seu conjunto como nos seus pormenores, um afastamento impressionante da teologia católica da Santa Missa, tal como foi formulada na sessão XXII do Concílio de Trento".

História da 'Reforma Litúrgica" de Paulo VI - uma preciosa contribuição

Julho 26, 2009 escrito por admin

Um testemunho direto
 
“Il card. Ferdinando Antonelli e gli sviluppi della riforma litúrgica dal 1948 al 1970” [O cardeal Ferdinando Antonelli e os desenvolvimentos da reforma litúrgica de 1948 a 1970] de Nicola Giampietro O. F. M. Cap. (ed. Studia Anselmiana, Roma) é uma preciosa contribuição à história da “reforma litúrgica” de Paulo VI.
 
Relator geral da “Seção Histórica” dos Ritos, criada por Pio VI, membro da Comissão Pontifícia para a Reforma Litúrgica, instituída por Pio XII, de 1948 a 1960, Promotor Geral da Fé a partir de 1959, na Sagrada Congregação dos Ritos, perito e secretário da Comissão da S. Liturgia no Concílio Vaticano II, enfim membro do Consilium ad exsequendam constitutionem de Sacra Liturgia, o Pe. Antonelli, O.F.M. Cap. É uma testemunha direta desta sadia renovação litúrgica que estreou sob o reinado de Pio XII, mas já estava na mira de São Pio X e de Pio XI.
 
Peça mestra, no governo de Pio XII, do restabelecimento da Vigília Pascal (1951) e da reforma litúrgica da Semana Santa (1955), o Pe. Antonelli nutriu, logo de início, a ilusão de que o Concílio iria conduzir felizmente ao porto esta prudente reforma litúrgica que havia dado seus primeiros bons frutos no tempo de Pio XII, o qual parecia ter endireitado com a encíclica Mediator Dei a barra do “movimento litúrgico”, corrigindo os seus desvios e disciplinando as suas tendências aberrantes (v. Enciclopédia Cattolica, verbete Mediator Dei).
 
Quando Paulo VI, a 4 de dezembro de 1963, promulgou a constituição conciliar sobre a liturgia, o Pe. Antonelli escreveu na sua agenda: “Os ossos de São Pio X devem ter exultado. A Constituição da Liturgia não é outra coisa que o fruto precioso duma pequena semente que ele lançou” (op. cit., p. 204).

Valerá a pena?

TUDO o que venho observando nos caprichos da atualidade, no mundo e na Igreja, leva-me dia a dia, irresistivelmente, à conclusão da mais completa inutilidade de minha obstinação. Ou de minha obsessão. Sim, ao contrário do famoso “homem moderno”, que se habitua a tudo, apelidando de evolucionismo essa passividade por estar sempre disposto a aceitar e a acostumar-se, até quererem todos se acostumar a alguma nova imposição dos acasos — eu vivo fora da época porque sou vagaroso e obsessivo. Para habituar-me ao que fizeram na Igreja, eu precisaria de mais um século de reflexão e de exame de pormenores. Ainda ontem um amigo que me julga em risco de pecar gravemente contra a caridade, nos adjetivos e advérbios, veio prevenir-me de que ando com a obsessão do que escreve Tristão de Athayde. Talvez tivesse razão o amigo que me desaconselhava esses ataques por não os merecer o atacado. Efetivamente sempre achei pouco interessante a literatura de Tristão de Athayde, mas o caso é que o Dr. Alceu Amoroso Lima foi um famoso líder católico de quem recebi favores que não se esquecem; e acontece que não consigo habituar-me às transformações e às frivolidades do personagem.

A reforma litúrgica

Dos últimos artigos, em que expandi minha admiração pela vitalidade dos católicos franceses, que aos milhares se revezavam na sala Wagram para assistir à Santa Missa não deformada, algum leitor mais afastado e menos informado poderá concluir, receio-o, que toda a polêmica entre tradicionalistas e progressistas gira em torno do novo "Ordo Missae", e que o caso de Monsenhor Lefebvre tem o mesmo centro de gravidade.

Ainda reformas

Num recorte de l’Osservatore Romano leio este título que desde o primeiro relance já enjoa: A Reforma Litúrgica no Brasil. E o enjôo aumenta quando lemos os critérios e as motivações que regem tais reformas. Não podiam ser menos espirituais, menos inteligentes, menos católicas.


Eis o que diz l’Osservatore de 7 de Setembro de 1975: "Com o Rito da Penitência já no prelo, conclui-se a publicação em vernáculo dos rituais dos sacramentos". Até que poderíamos ler a noticia com alguma melancólica satisfação, porque nela se anuncia o termo de uma coleção de remeximentos no que devia ser majestosamente estável. Mas, mal anunciam o encerramento de uma série de reformas, já amargamente conhecidas, anunciam: "Começa agora a etapa mais difícil e talvez mais interessante da reforma litúrgica, sob a responsabilidade das Conferências Episcopais".

AdaptiveThemes