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Índice temático

A grande lição do Calvário

Fortis est ut mors dilectio: o que mais impressiona no amor de Jesus, quer por seu Pai, quer por nossas almas, é a união maravilhosa e muito íntima da mais profunda ternura e da força a mais heróica no sofrimento e na morte: Fortiter et suaviter.
 

A desfiguração do Natal

HISTORIANDO UMA HISTÓRIA
— A DESFIGURAÇÃO DO NATAL —
 
A OPINIÃO pública acompanhou com grande interesse as peripécias do caso surgido entre o escritor Gustavo Corção, a revista "Manchete" e o matutino carioca "Jornal do Brasil. Naturalmente variaram os juízos, motivados ora pela desinformação, ora pelos preconceitos, ora pela inciência.

Crítica à crítica da civilização científica

Recebi, de uns amigos em São Paulo, um número do "Boletim da Santa Casa" em que estava assinalado, para minha atenção, um longo artigo do sr. Paulo de Almeida Toledo, intitulado "Crítica da Civilização Científica". Li-o rapidamente, para ter uma primeira impressão do tom e das posições do autor. Julguei ter lido mal, porque não logrei atinar com o que procurava. Li novamente, agora devagar, com máxima atenção e tomando notas. E cheguei ao termo dessa segunda leitura com a mesma perplexidade.

 

Estudo sobre Santa Catarina de Sena

PRIMEIRA PARTE: OS PARADOXOS DA SANTIDADE
 
I — O AMOR E O ODIO.
No dia da festa de Santa Catarina de Sena, ouvimos no intróito da missa estas palavras que convêm à nossa santa de modo admirável: Dilexisti justitiam et odisti iniquitatem.

L'amor che muove il sole e l’altre stelle

O presente texto é parte de uma longa polêmica contra o filósofo Euryalo Cannabrava, que então publicara alguns artigos atacando a filosofia tomista. A tese a que alude Gustavo Corção é a que levaria o sr. Euryalo à cátedra de filosofia do Pedro II. 

Mauriac e seus críticos

Há alguns meses Otto Maria Carpeaux publicou no livro "Origens e Fins" um ensaio intitulado "Mauriac?". O presente estudo pretende responder àquela interrogativa, procurando, ao mesmo tempo, organizar e arrumar o que o ensaísta deixou em erro e desordem ao longo de 13 páginas. Devo notar que nesse meio tempo esse autor tem sido atacado de um modo quase sempre injusto e mesquinho. De todos os desvãos literários surgiram libelos, ironias, sarcasmos e injúrias contra o mesmo Carpeaux que poucos meses atrás desfrutava confortavelmente as inalações dos incensos em que nossa crítica é por vezes desperdiçada. Agora tornou-se alvo dos pequeninos dardos de papel com que alguns publicistas cruzam nossos ares intelectuais.

Do cientificismo às sociétés de pensée

O Cientificismo
Com o objetivo de apontar, na bacia hidrográfica a que nos referimos atrás, os principais afluentes que convergem todos na caudalosa Revolução que faz de nosso século um estuário de contestações e recusas, comecemos por este “ismo” que, no livro anteriormente citado (Dois Amores, Duas Cidades, Agir, 1967), foi apontado como uma das primeiras conseqüências da poluição nominalista. Cremos que vale a pena transcrever algumas linhas dessa obra:

Contra o Evolucionismo dos evolucionistas

“Parece-nos indispensável marcar bem a intolerância em relação à Evolução dos evolucionistas, que tira o mais do menos, que faz passar a potência ao ato sem nada que esteja em ato, o que consiste precisamente em ser um processo autocriador que torna sub-repticiamente aceitável a criação “ex-nihilo” sem um Deus Todo Poderoso, desde que essa criação se torne infinitesimal e suficientemente lenta para que as inteligências tardas não percebam o mecanismo do absurdo, e fiquem, de tantos em tantos metros, ou de tantos em tantos séculos, diante de uma situação de fato.
 
É preciso denunciar a absoluta inaceitabilidade do evolucionismo dos racionalistas e dos empiristas”.
 
Gustavo Corção

A teologia do santo sacrifício da Missa

Julho 26, 2009 escrito por admin

A “Confissão de Augsburgo”, protestante, viu bem a mudança radical do novo rito da missa, ao declarar: “Nós fazemos uso das novas preces eucarísticas (católicas) que têm a vantagem de pulverizar (reduzir a pó) a teologia do Sacrifício” (“L' Eglise d' Alsace”, dez/73 e jan/74. Apud “La Messa di Lutero”, por Dom Lefebvre).

Encíclica Mediator Dei - condenação por antecipação da "reforma litúrgica" de Paulo VI

Julho 26, 2009 escrito por admin

Uma "lei nociva": o "Ordo Missae" ecumênico
Há 30 anos (3 de abril de 1969), o Novus Ordo Missae de Paulo VI sucedeu ao antiqüíssimo e venerável rito romano da Santa Missa.
 
Pela Festa de Corpus Christi deste mesmo ano, foi apresentado a Paulo VI um Breve exame crítico do "Novus Ordo Missae", precedido duma "Carta" dos cardeais Ottaviani e Bacci, na qual se afirmava: "Os súditos, para o bem dos quais se quer estabelecer uma lei, tiveram sempre, mais do que o direito, o dever de pedir, com confiança filial, ao legislador a ab-rogação da própria lei, quando ela se demonstra ser nociva".
 
E como o Novus Ordo era "nocivo", a ponto de fundamentar um verdadeiro "dever" de pedir a sua ab-rogação, os dois cardeais diziam sem rodeios: o novo rito da Missa "representa, tanto no seu conjunto como nos seus pormenores, um afastamento impressionante da teologia católica da Santa Missa, tal como foi formulada na sessão XXII do Concílio de Trento".

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